Minha Vida – Final

Olá, meu bom leitor.

Mais uma quinta-feira e mais um conto e hoje o final de mais uma série.

Chegamos ao final do conto Minha Vida. Espero que tenham gostado da minha primeira tentativa de escrever algo em primeira pessoa, foi uma escrita muito gostosa de fazer e espero que você tenha se divertido igual a mim.

E não se esqueça que este conto é uma história paralela que se passa no universo do meu livro igual ao conto “Um conto de amor e guerra”.

Os links para quem não leu as outras partes:

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Tenha um ótimo ponto para ler!

Minha Vida – Final

Tenho que dizer que aquele mapa era fenomenal, o que eu pedia ele fazia, o que eu precisava ver para chegar à casa de Sanvor ele me mostrava.

Ludai me disse enquanto atravessávamos a floresta que aquele mapa foi um dos cinco presentes deixados pelo grande conselho dos animais magos.

O único que sobrou ou que sabem onde está, na verdade eu fui saber posteriormente que estes presentes eram indestrutíveis. Então os outros quatro ainda estavam por ai, escondidos em algum lugar sombrio de Zamer esperando por algum aventureiro.

Durante algum momento pensei se eu não poderia ser este aventureiro e recuperar os grandes presentes.

Desculpe-me foi apenas um pequeno devaneio de uma mente fraca e velha, vamos voltar no momento em que eu cheguei à casa do grande Sanvor.

Antes que eu chegasse a sua casa ele já estava parado a frente da casa me esperando, entes que eu dissesse alguma coisa ele já veio se apresentando e por incrível que pareça ele me disse o meu nome e o que eu estava fazendo.

Impressionado eu perguntei se Meiq já havia mandando um recado para ele e tive um negação como resposta, ele disse que as árvores que o haviam lhe dito. Foi nesse momento em que eu realmente percebi que estava vivendo algo maior que a minha imaginação podia imaginar.

Sanvor foi um ótimo anfitrião, um de primeira, tive a honra de ter sido um dos dois humanos que esteve em sua casa, o outro foi o rei Altenor que estava desacordado e sendo tratado pela sua filha Liluani.

Ah a Liluani, tenho que fazer um comentário à parte somente sobre ela, a mais bela de todas as criaturas. Até mesmo eu que na época era um garoto ainda verde fui fisgado por sua beleza.

A minha estadia naquele lugar foi muito breve, Sanvor foi bem direto. Ele insistia em chamar Meiq de Ashur, por alguma razão que nunca entendi aquele macaco era mais conhecido do que eu poderia imaginar e tinha vários nomes. Ou pelo menos dizia outros nomes para poder se resguardar.

Sanvor me disse que aquele homem que matou minha família era um grande capitão que tinha a missão de juntar as “Joias dos Cinco”. Sanvor disse que eu tinha que achar antes dele e caso o visse teria que mata-lo. Era para o bem de Zamer.

Não tive como negar uma missão daquele porte e no outro dia parti junto com Ludai sendo guiado pelo mapa.

Ia me esquecendo de dizer, Sanvor disse para recuperar as joias, agora sabia que não eram presentes, mas sim joias.

Me desculpe, mas estou cansado e preciso dormir, depois em outra oportunidade lhe conto como eram os lugares que visitei e sobre as outras joias. E não se preocupe que eu irei dizer como foi o meu encontro com aquele capitão.

Tenha uma boa noite e pare de me azucrinar, quando comecei a falar sobre a minha vida disse que era um velho e que se você estivesse com disposição que ficasse para ouvir ou no caso que volte outro dia.

Agora boa noite pois a lua já está alta no céu.

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