Desventuras Sexuais de Michele – O Ex

Olá meu bom leitor.

Hoje vou postar mais um texto sobre as desventuras da Michele.

Lembrando que a minha intensão não é ofender ninguém, e sim trazer um texto mais descontraído com situações cômicas.

Esse texto não é continuação do outro que já postei, mas é sobre a mesma personagem no mesmo universo, então eu acho que seria interessante para quem não leu o primeiro ler ele antes, mais pelo fato de conhecer melhor a nossa heroína Michele.

Aqui vai o link do outro texto:

Desventuras Sexuais de Michele – Roberto

Tenha um ótimo ponto para ler!

Desventuras Sexuais de Michele – O Ex.

– Luana você não vai acreditar! Sabe quem me ligou ontem?

– Quem Michele? – a cabeleireira perguntou enquanto alisava o cabelo da amiga – Aquele tal de Ricardo que você chutou e deixou desmaiado? – Luana soltou uma gargalhada ao lembrar-se do acontecido.

– O nome dele é Roberto – Michele riu também ao lembrar da cena dele desmaiado na cama do motel de boca aberta e os dentes tortos com aqueles pentelhos, ela se arrepiou da lembrança grotesca – e não foi ele que me ligou. E não me faça lembrar dele novamente. Quem me ligou foi o Guto.

– Guto? Eu não me lembro dele, quem é esse?

– O Guto, um ex-namorado meu da época do ensino médio, Gustavo, Lembrou?

– Aquele metido a roqueiro?

– Esse mesmo – Michele sentiu um pouco de vergonha – mas parece que agora ele está mais normal.

Luana soltou uma gargalhada prolongada – Eu nunca entendi o que você sentia por ele. Era um grande dorme sujo e aquele cabelo dele era maior e mais bonito que o seu – Luana ria mais – que merda hein?! O namorado ter um cabelo mais bonito do que o da namorada.

– Para Luana! Na época eu era bestinha e só queria pagar de fodinha com um namorado que tocava guitarra.

– Ele só sabia bater nas cordas da guitarra né amiga, no dia que aquilo for tocar guitarra eu espero já estar morta – Luana teve que parar de alisar o cabelo de Michele para poder rir.

– Tudo bem, ele tentava – Michele se sentia incrivelmente embaraçada, ‘realmente como eu consegui namorar com ele?’,pensava ela – mas ele beijava bem.

– Realmente beijava.

– Como assim realmente beijava? – Michele a olhou pelo reflexo do espelho com uma expressão de surpresa.

– Uai amiga, vocês terminaram passou um tempo eu dei uns pegas nele. Sempre tive vontade.

– Sua piranha, pegadora de macho das amigas, e ainda me recriminando por pegar um dorme sujo, você não tem vergonha na cara não?

– Como se você não soubesse que dou umas piranhadas de vez em quando – as duas riram ao mesmo tempo da situação – afinal de contas piranha é um peixe e peixe se pesca usando minhoca.

– Você é impossível amiga – Michele ria descontroladamente – mas então ele resolveu me ligar ontem para sairmos hoje, disse para tomarmos um vinho na casa dele para relembrar os bons tempos.

– Ele quer é te comer isso sim, esse papo de vinho não cola comigo.

– E eu não sei disso – ela ficou vermelha – mas se não rolar nada pelo menos eu tomo um vinho.

– Amiga para né – Luana se forçou para falar serio – depois do MMA que você deu no dentuço, você bem que está merecendo uma surra de pau – ela acabou gargalhando sem querer.

– Bem que eu quero mesmo, mas ele era tão ruim de cama… Não sei se era a pouca idade e a falta de experiência ou se era ruim mesmo. Ai amiga que medo de dar e ele não ser capaz de me saciar, depois do Roberto eu percebi que realmente preciso dar antes que o buraco se feche.

– É bem por ai mesmo Michele – Luana ria de chorar enquanto terminava o alisamento – Eu já estou terminando. Chega lá toda poderosa e se ele ainda estiver ruim de cama ensina ele. Porque na sua posição qualquer coisa já é o suficiente para te satisfazer, afinal são eras sem trepar.

Michele vestiu um vestido vermelho curto que deixava a sua bunda bem destacada, ela colocou uma lingerie de tamanho mínimo se maquiou e foi direto para a casa do Guto.

Quando ele abriu a porta, ela se espantou com o que viu, o tempo tinha sido bom para ele, ele estava com um corpo malhado, barba bem feita, bem vestido e para o alívio dela o cabelo dele estava cortado ao estilo social bem baixo.

– Nossa Gustavo, você esta ótimo.

– Você também está maravilhosa Michele, e pode me chamar de Guto como nos bons tempos, vamos entrar.

Os dois passaram quase duas horas conversando, dando risadas sobres as histórias do passado, bebendo vinho e comendo petiscos. Enquanto a conversa se prolongava Michele apenas pensava apenas no momento em que ele começaria a beija-la ou simplesmente a levaria para o quarto para acabar logo com aquela fissura. De repente ela foi pega de surpresa pelo Guto.

– Michele é o seguinte, eu não te chamei aqui em casa apenas para tomarmos um vinho e conversar.

– Eu pensei nisso Guto, se fosse apenas para beber e comer eu ficava em casa – ‘me leva para a cama’, pensava ela, ‘se com essa indireta ele não fizer nada eu me mato’.

– Então Michele, eu tenho vontade de fazer um fetiche com você desde a época que namorávamos, mas só agora eu consigo pedir.

– Guto, sempre tive muito carinho por você, qualquer que seja o seu fetiche eu vou realizar – ‘hoje eu me acabo’.

– Vamos para o quarto – os dois se levantaram e ela foi conduzida para o quarto com ele segurando a sua mão – eu vou ao banheiro me vestir, se você já quiser ir tirando a roupa por mim tudo bem eu quero voltar já indo direto para o que interessa. Você vai realizar esse meu desejo né?

– Claro que sim, estou super ansiosa para saber o que é.

– Calma, é surpresa.

Enquanto ele se arrumava Michele tirou a roupa ficando apenas de calcinha e sutiã e não acreditando no que estava acontecendo, ela iria transar de uma forma que nunca fez na vida, ir direto para o sexo e se acabar no prazer, ir embora e não se preocupar com mais nada. E a ideia de que o Guto tinha um fetiche que ele queria realizar apenas com ela a fazia ficar com mais tesão ainda.

Ela ficou ainda mais surpresa quando ele saiu do banheiro, ele usava uma calça de couro com a bunda de fora, uma coleira e uma mascara de couro com buracos apenas para os olhos e a boca.

– Mas que porra é essa? – perguntou Michele incrédula.

– O meu fetiche. Eu quero que você me possua do jeito que eu nunca te possui.

Michele o olhava com uma expressão de que não estava entendendo nada.

– Sejamos francos Michele – disse ele abrindo a gaveta da cômoda – eu nunca transei com você direito e você foi a única mulher com quem já fui para a cama. Eu também nunca tive coragem de deitar com um homem. Então eu quero que a minha primeira vez seja com você – enquanto ele terminava de falar tirou um consolo da gaveta.

– Você é gay?

– Bem enrustido como você pode ver – disse ele dando um sorriso sem graça – você não disse que realizaria qualquer coisa?

– Onde eu estava com cabeça? – disse ela dando um pulo da cama e pegando o vestido e se vestindo – O que te fez pensar que eu realizaria esse fetiche? Logo esse?

– Você sempre foi meio assim…

– Assim como? – disse ela se aproximando dele.

– Meio macho.

– Vai tomar no cu sua bixa de quinta – ela deu um tapa na cara dele – você nunca vai ser uma mulher igual eu.

– Doeu.

– Era para doer mesmo porra.

Ela virou caminhou até a porta e voltou – Me dá esse caralho que eu vou usar melhor que você – disse ela pegando o consolo dele e foi embora.

– Então quer dizer que ele é o maior viadão? – Luana falava rindo da Michele.

– Era – Michele estava inconsolável – eu devia ter percebido que ele era meio diferente, ele sempre me dizia como as roupas, a maquiagem, o cabelo e essas coisas deveriam ser. Eu namorei um gay e nunca me toquei.

– E eu sou uma piranha total flex, ate biba já peguei – Luana não aguentava mais rir – e o pinto de borracha, você realmente pegou dele?

– Claro né Luana, pelo menos eu mantive o buraco aberto, não foi tão bom como o natural, mas pelo menos eu me diverti durante a noite e mantive o buraco aberto.

– Desculpa amiga, mas essas coisas só acontecem com você. Agora entendi por que o dentuço desmaiou, você é quase um macho. Desculpa mas a piada é inevitável.

As duas se entreolharam e riram – Pelo menos ontem eu bebi um bom vinho e ganhei um amigo para as noites frias – disse Michele rindo de si mesma.

– Essas noites, no seu caso, são todo dia, né amiga? – Luana se acabava de rir.

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