Crítica de Livro | A Escolha dos Três

Olá, meu bom leitor.

Hoje farei a crítica do livro A Escolha do Três o segundo volume da série de sete livros que compõe A Torre Negra do grande Sthepen King.

Caso você não tenha lido a crítica do primeiro livro O Pistoleiro clique AQUI e depois volte para cá.

Se no primeiro volume da série o Sr. King nos presenteia com a história do pistoleiro neste segundo volume ele nós agrada ainda mais contando a história do bando do pistoleiro. Afinal de contas o que seria de um pistoleiro sem o seu bando, não é mesmo? Então se prepare para ler a incrível história de como o nosso grande herói Roland de Gilead encontra, conhece e rapta/seduz/envolve os seus dois companheiros de sua matilha.

Capa A escolha dos tres - SUMA.ai

O que falar sobre a narrativa desta obra, você não tem noção do que é uma narrativa feita por um autor que sabe o que faz (tá eu sou fã do Sthepen). Mas bajulações a parte posso salientar o talento dele sendo mais técnico; a narrativa dele segue em uma voz ativa sem destoações que provocam ruídos fonéticos de leitura que atrapalham no entendimento da história, e sabe como ele faz isso? Porque ele é phoda!

É sério, somente um escritor que tenha um domínio técnico muito grande é capaz de iniciar um série literária narrando a história de um único personagem e dar continuidade a série com o segundo volume contando a história de mais dois personagens que são totalmente distintos. Ele conseguiu trazer uma variação criativa dentro da mesma narrativa que, em toda minha vida de leitor, eu só li na obra do professor Tolkien.

Sabe o que mais está me deixando preocupado? Estou na crítica do segundo livro, lendo o quarto e eu simplesmente não sei como irei escrever a crítica do terceiro.

Então vá ler este livro, se ainda não começou a série vá para o O Pistoleiro e como diz o próprio Roland “O mundo está seguindo adiante e se você não fizer nada ficará para trás”.

Sinopse

“A Escolha dos Três – Com incansável imaginação, Stephen King dá continuidade à magistral saga épica A Torre Negra, iniciada com O Pistoleiro. A Escolha dos Três, segundo volume da série, lança o Roland de Gilead em pleno século XX, à medida que ele se aproxima cada vez mais de sua preciosa Torre Negra, sede de todo o tempo e de todo o espaço.

Um derradeiro confronto com o homem de preto revela a Roland, nas cartas de um baralho de tarô, aqueles que deverão ajudá-lo em sua busca pela Torre Negra: o Prisioneiro, a Dama das Sombras e a Morte. Para encontrá-los, o último pistoleiro precisará atravessar três intrigantes portas que se erguem na deserta e interminável praia do mar Ocidental.

São portas que o levam a um mundo diferente do seu, em outro tempo, de onde ele deverá trazer seus escolhidos: Eddie Dean, um viciado em heroína da Nova York dos anos 1980; Odetta Holmes, uma ativista pelos direitos dos negros da década de 1960; e o terceiro escolhido, a Morte, que vai embaralhar mais uma vez o destino de todos.

Inspirada no universo imaginário de J.R.R. Tolkien, no poema épico do século XIX “Childe Roland à Torre Negra Chegou”, e repleta de referências à cultura pop, às lendas arturianas e ao faroeste. A Torre Negra mistura ficção científica, fantasia e terror numa narrativa que forma um verdadeiro maosaico da cultura popular contemporânea.”

Livro: A Escolha dos Três                                       Autor: Sthepen King

Páginas: 415                                                               Editora: Suma das Letras

Capa: 8,00

Continuidade: 10,00

Personagens: 9,00

Cenários: 9,00                                                               Nota Final: 9,37

História: 9,50

Narrativa: 10,00

Diálogos: 10,00

Revisão: 9,50

tenha um ótimo ponto para ler!

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2 Comentários

    1. Olá Reginaldo, claro que eu explico.
      Quando se vai escrever um bom texto você tem que se preocupar com a fluides fonética das palavras, quando lemos qualquer texto nossa mente cria uma “voz” de leitura, quando temos orações que por conta de fonéticas muito próximas acabamos confundido o sentido do período e não aproveitamos a leitura ao seu máximo.
      O exemplo mais comum é o famoso “Vi ela passando por ali” na escrita você entende perfeitamente, mas quando se lê a fonética é muito parecida com “Viela passando por ali”, viela é uma rua estreita. Para se evitar este tipo de ruido fonético da leitura o correto seria “Eu à vi passando por ali”.
      Este é um exemplo didático, mas em várias leituras eu peguei ruídos fonéticos que em um primeiro momento mudavam completamente o sentido da oração.
      Espero ter te sanado a duvida.
      Obrigado pelo elogio e tenha um ótimo ponto para ler!

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